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" Força e dignidade são os seus vestidos; Ela sorri diante do futuro"

Pv 31:25

Como incentivar a autoestima dos filhos?

19/09/2017

No mundo tão competitivo em que vivemos é essencial formarmos adultos confiantes, que se sintam bem consigo mesmos e que construam relações saudáveis com as outras pessoas. Tudo isso só é possível através de uma boa autoestima. Mas afinal, o que é autoestima? Podemos defini-la como gostar de si mesmo e confiar nas suas potencialidades.

 

Ter autoestima significa ser um adulto que conhece seus pontos fracos e fortes, não abrindo mão de seus valores para agradar outras pessoas. Por outro lado, ser um adulto com baixa autoestima significa alimentar em si insegurança, se sentindo incapaz de tomar suas próprias  decisões, desenvolvendo assim,  a dependência da opinião dos outros. Essa dependência faz com que esse adulto se relacione com pessoas que o desvalorizam, reforçando os pensamentos que alimenta sobre si mesmo.

 

Mas como construímos a autoestima? A autoestima é construída desde a infância através da relação com os pais e das reações das pessoas diante daquilo que fazemos.  Por isso é de suma importância que os pais, através de suas atitudes, ajudem seus filhos a construírem uma autoestima sadia. Elogios, palavras de carinho, compreensão e limites são essenciais para que uma criança cresça e se torne um adulto confiante.

 

Mas como incentivar a autoestima dos filhos? Seguem algumas dicas.

 

1. Elogie de forma sincera

A autoconfiança de uma criança está relacionada aos elogios que recebe. Mas cuidado! Os elogios devem ser sinceros e devem ser dados como consequência de uma atitude realizada pela criança. Os elogios sinceros ensinam a criança a se admirar e a apreciar as atitudes das outras pessoas também.

 

2. Promova a autonomia dando responsabilidades

É importante deixar a criança tomar pequenas decisões no dia-a-dia, dessa maneira ela irá aprender sobre as consequências de suas escolhas. Além disso,  ela pode ser responsável por algumas tarefas da casa como: secar a louça, recolher seus brinquedos, arrumar a cama, entre outras atividades coerentes com sua idade e capacidade cognitiva.

 

3. Não faça comparações

Cada criança tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas. Comparar uma criança com seu irmão ou amigo pode dar a sensação de que ela é melhor ou pior, sendo que ela apenas é diferente. A comparação pode minar a autoestima de uma criança e promover o surgimento de sentimentos como ciúmes e inveja.

 

4. Não crie rótulos como: "desajeitado", "bobo", "burro"

Existem muitas maneiras de corrigir um filho sem dar a ele rótulos. Os pais devem pontuar sempre a atitude que está errada ao invés de dar apelidos de mal gosto.

 

5. Evite rótulos como: "esperto", "ótimo", "inteligente"

A criança geralmente não entende o motivo que leva um pai a chama-la de esperta, portanto o indicado é sempre pontuar o comportamento. Por exemplo:  " Você desenha muito bem", "você foi muito bem na prova" ou "que bom que recolheu os brinquedos"  ou seja, você deve elogiar o comportamento, não a criança, e assim reforçar a autoestima infantil.

 

6. Não superproteja

Dar oportunidade para a criança se desafiar é importante para que ela conheça os seus limites e saiba até onde pode ir. Incentivar a criança a se superar e fazer atividades sozinho desenvolve nela  a confiança necessária para que ela vença obstáculos quando adulta.

 

7. Reserve um tempo especial para cada um dos seus filhos

O fato da criança ser protagonista por alguns instantes é a chave para demonstrar a ela o quanto ela é importante em sua individualidade e em suas qualidades.

 

8. Não exagere nos presentes

Os pais devem ensinar os valores realmente importantes à criança, mostrando que ninguém é melhor só porque tem muitas coisas. A autoestima deve ser construída em cima de potenciais da própria criança, valorizando-a em suas qualidades, mostrando o quanto ela pode conseguir se ela se esforçar um pouco mais, enfim, deve-se deixar claro que o importante na vida não é apenas ter coisas.

 

Portanto, os pais se tornam responsáveis em  favorecer o desenvolvimento da autoestima dos filhos. Fortalecendo a criança para que seja um adulto espontâneo e criativo, que sabe atravessar momentos difíceis com tranquilidade e confiança em si mesmo, na vida e nas pessoas, sendo capaz de  viver e desfrutar momentos de felicidade, plenitude e sucesso.

 

Daniela Knapp Vargas

Psicóloga Clínica e Coach de Mulheres

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