Estou sem saída e sem esperança! O que posso fazer?

19/05/2016

Frequentemente em meus atendimentos, percebo que os clientes estão funcionando em um modo "prisioneiro". Talvez você mesma que está lendo esse artigo, se sente ou já se sentiu nessa situação. Posso descrever esse posicionamento existencial como aquele momento em que você não vê saída e está sem esperança. Mas, cá entre nós? Quem nunca se sentiu assim? Ao pensar em seu trabalho você não vê solução, em sua vida pessoal também não há nada que dê esperança, nos relacionamentos você percebe que o esforço é somente seu e não há cooperação nem expectativa de mudança do outro. Ao falar das situações que você tem passado em sua vida, o quadro pintado talvez seja bem negativo.

 

Por isso essa posição se chama "prisioneiro", porque o prisioneiro se vê como uma pessoa que não tem saída no momento, sem esperança diante dos desafios. Como consequência desses pensamentos a pessoa se sente impotente e passiva diante das situações adversas da vida.

 

Geralmente, pessoas que estão nessa situação conseguem contagiar os outros ao seu redor, ficam na defensiva, se comportam de modo apático, passivo e em certas situações até mesmo de forma agressiva.

 

A sensação é de congelamento, uma vez que NADA está bom ou TUDO está ruim. Sim! Essas duas palavrinhas são muito perigosas! Elas nos dão uma sentença absoluta e um direcionamento para uma visão limitada, cética e radical em relação às interpretações da nossa realidade.

 

O fato é que a medida em que se lamenta, se permanece na mesma escolha. E isso acontece porque no momento em que focamos nos problemas acabamos nos vitimizando diante das situações. Lá fundo estamos ignorando a nossa responsabilidade de agir diante daquilo que tem nos trazido incômodo. Dureza ouvir isso, né? Mas não estou aqui escrevendo para te condenar, porque na verdade, perceber que se está nessa condição e sair dela não é algo tão simples, uma vez que requer coragem e posicionamento.

 

Bom, talvez até aqui você tenha identificado algumas situações ou até pessoas que já passaram por essa fase. E talvez você esteja se perguntando: O que faço para sair da posição de prisioneiro?

 

A primeira atitude é perceber que sempre existe uma saída, independente da situação. E a saída é agir em relação ao que está deixando você insatisfeita, parar de tentar mudar os outros e mudar a si mesma, decidir por novos caminhos e se responsabilizar por suas escolhas.

 

Uma ótima dica é pensar em uma pessoa que te inspire, alguém que você admira por suas qualidades ou posição que ocupa. A partir daí você pode fazer uma reflexão sobre o que essa pessoa faria se estivesse em seu lugar. Que atitudes essa pessoa teria ou já teve em sua vida que servem de inspiração para você?

 

Esse pequeno movimento fará você alçar um lindo voo para fora da situação e enxergar as circunstâncias da sua vida com um olhar diferente. A partir daí sua perspectiva vai mudar e você conseguirá perceber que é possível fazer algo para transformar sua visão da realidade.

 

Sempre há esperança...

 

 

Daniela Knapp Vargas

Psicóloga Clínica e Coach de Mulheres

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